Coisas que não comento mais

Que a saúde pública é uma droga.

Esperei três horas do lado de fora da UPA da Tijuca – porque acompanhante não pode entrar – para não ter atendimento. Só havia uma médica e ela estava tratando quem tinha chegado doze horas antes.

Que político não presta.

Porque tautologia não faz meu gênero. Sem mais.

Que a cidadania anda em falta.

É justo e correto reclamar das mazelas da sociedade, mas a moral meio que se perde quando se tem gato-net em casa, se compra produtos piratas na Uruguaiana, molha-se a mão do guarda, estaciona-se na calçada…

Enfim, posso vir a comentar essas coisas pontualmente de forma técnica. Venho tentando reunir depoimentos de profissionais da saúde, aliás, para falar sobre o SUS e outras coisas, mas não vai ser para reclamar. Para o resto todo simplesmente não tenho mais energia.

Lamento pelo mau-humor. Amanhã retornaremos à programação normal :-)

2 Respostas to “Coisas que não comento mais”

  1. Eduardo Derbli Says:

    Falta de respeito (e consequentemente cidadania) é a maior mal da humanidade. E tenho dito.

  2. Daniel Says:

    Sem dúvida.

    Quando eu penso nisso e em todas as atrocidades que escuto na rua de gente absolutamente comum – de todas as classes sociais e históricos; de todas as culturas e países diferentes – eu vejo o quanto é tênue a linha que nos separa da barbárie.

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